Não sou muito criativa pra essas coisas...
O blog foi criado para a disciplina "Língua Portuguesa II", mas não chegou a ser utilizado para esse fim...
Criemos outra utilidade para ele, coitadinho...
FOFOCAS!!!!
As mais quentes, sujas, sem perdão...
Claro, sem nomes reais, todos aqui terão apelidos...
Somente os muito bem informados membros da diretoria saberão de quem estamos falando...
Os que não pertencem a esse seleto grupo podem se divertir assim mesmo. Afinal, qualquer semelhança com fatos ou pessoas reais é mera coincidência...
Leiam e comentem!
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Com nova roupagem, o blog da Morgana agora se dedica a reclamar da vida medíocre que nos é imposta por esse "Brasil varonil". Comente e reclame você também!
Saturday, September 02, 2006
Tuesday, August 29, 2006
Parindo Versos
PARINDO VERSOS
Um papel
uma caneta
e uma dor que igual
não há de existir
pra parir mais um verso de nada
que a madrugada vai polir
madrugada
caminho longo e estreito
onde o freio
é fácil perder
sair da porta
é abrir a porta
pra escrever
dramas, sonhos
tudo vale
qualquer coisa
é motivo
para o que se vive
ficar por escrito
frases
em linhas tortas
são altos e baixos da vida
caminhos sem direção definida
um papel qualquer
um espaço em branco
e pra meu espanto
está tudo ali
o quanto eu amei
o quanto eu errei
o que eu vivi
vida que se leva
do lado escuro
o jogo é duro
até o final
em cada lado existe
o quanto serviste
ao bem
ao mal
gritos, gestos de angústia
só quem sente
é quem sabe
quando o sol se apaga
e o inferno se abre
paz interior
é algo pra um em cem
é algo que o poeta não tem.
( Dio Costa ) www.diocostarj.blig.ig.com.br
www.diocostapalavra.blogspot.com Tweet
Um papel
uma caneta
e uma dor que igual
não há de existir
pra parir mais um verso de nada
que a madrugada vai polir
madrugada
caminho longo e estreito
onde o freio
é fácil perder
sair da porta
é abrir a porta
pra escrever
dramas, sonhos
tudo vale
qualquer coisa
é motivo
para o que se vive
ficar por escrito
frases
em linhas tortas
são altos e baixos da vida
caminhos sem direção definida
um papel qualquer
um espaço em branco
e pra meu espanto
está tudo ali
o quanto eu amei
o quanto eu errei
o que eu vivi
vida que se leva
do lado escuro
o jogo é duro
até o final
em cada lado existe
o quanto serviste
ao bem
ao mal
gritos, gestos de angústia
só quem sente
é quem sabe
quando o sol se apaga
e o inferno se abre
paz interior
é algo pra um em cem
é algo que o poeta não tem.
( Dio Costa ) www.diocostarj.blig.ig.com.br
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